Bando de Seu Pereira

Bando de Seu Pereira - foto de Rica Saito

Bando de Seu Pereira – foto de Rica Saito

  • Sobre o Bando

    O Bando de Seu Pereira nasceu na seca paulistana, em pleno verão do ano de 2016. E já aparece com uma missão: difundir as maravilhas da cultura popular brasileira, as mais lindas pérolas encontradas em anos de pesquisa de cada um dos cinco cabras do bando. Tudo junto, misturado e somado com a nova safra de composições que brotam do asfalto e tratam de temas importantes do nosso tempo.

    Cisterna no pé, panela na mão, os tímbres da percuteria de Giba Santana e Guegué Medeiros só se escutam por ali. Com o contrabaixo de 5 cordas e o arco na mão, Seu Pereira faz além da baixaria melodias de rabequeiro. Na sanfona, Nathanael Sousa trás as cores de além mar pro forró e no violão de 7 cordas Carlos Amaral faz harmonia e baixaria pro povo solar a vontade e traz também sua guitarra, onde o homem solta os bichos e bota pra quebrar.

    Todas essas cores e tímbres fazem do Bando de Seu Pereira um acontecimento no forró: um grupo politizado, permacultural, com sonoridade única e que como si só, faz releituras de clássicos, revela preciosidades e traz músicas novas, inspiradas em toda essa experiência humana e musical de seus integrantes.

    Dentre as apresentações mais memoráveis do bando destacam-se o 1º Festival de Agricultura Urbana, a Festa Junina da Horta das Flores (livre de trangênicos) e Arraiá do novo parque Chácara do JockeyFestival Reverbere (Festival Latino Americano de Permacultura)Festival da Praça da Nascente, SESC Pinheiros e SESC Piracicaba.

    Os músicos do bando:

    Contrabaixista, compositor, cantor, Seu Pereira é paulistano da gema. É filho de bahiano pau de arara com uma paulistana (filha de uma síria e um português). Pois essa mistura de nordeste com portugal e as arábias se escuta claramente na sua música. Pra saber sobre sua trajetória basta seguir este link.

    Nathanael Sousa é da família. O sanfoneiro já rodou o mundo com sua música até decidir se assentar no Brasil e casar-se com a cantora Janayna Pereira. Cunhado de Seu Pereira, o português é um pesquisador da pesada. No conservatório de Paris mergulhou na música barroca e contemporânea, mas de uns anos pra cá decidiu se aprofundar no universo do forró. É ele quem escolhe e traz pro bando o mais fino do forró instrumental.

    Nascido em São Paulo, capital, Carlos Amaral é do tipo “estudioso”.  Licenciado e pós graduado em música e mestre em educação, o homem toca uma gama enorme de instrumentos, é compositor, arranjador e até poeta. No bando toca violão de 7 cordas, guitarra, viola caipira e se agente não segurar ataca até de saxofonista.

    O professor Guegué Medeiros é daqueles cabra tão porreta, tão porreta, que até Zezinho Pitoco lhe chamou pra sua banda. Já tocou com tudo que é gente boa, mais de 10 anos com Chico César e até com o maestro Moacir Santos ele trabalhou! Precisa dizer mais alguma coisa?

    Giba Santana é primo de 17º grau, de lá do norte da Bahia, terra de percussionista. Descubriu a percussão aqui em São Paulo, no maracatu Bloco de Pedra e virou esse suingue dançante, pesquisador daqueles que esmiuça até a raiz, atrás dos sons das nossas origens. Já dirigiu o grupo Cangarussu e hoje coordena o balé popular Cordão da Terra.

  • Ensaios no quintal

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